As diferenças de estilo de liderança ficam muito claras quando assistimos partidas de futebol ou de vôlei. Ao termos câmeras focando a reação dos técnicos diante dos acontecimentos no campo, percebe-se nitidamente a diferença de reação de um para outro.
Aqueles mais extrovertidos, outros mais contidos mesmo na vitória, outros aparentemente descontrolados e assim por diante. Um fenômeno que chamou a atenção de todos observadores da seleção brasileira nessa Copa do Mundo foi a instabilidade emocional que o time demonstrou após o segundo gol da Holanda.
Já nos primeiros jogos ,alguns psicólogos haviam alertado para o risco do estilo nervoso e exaltado de Dunga contaminar a equipe o que parece ter realmente acontecido, pois até o tranqüilo Káká se exaltou e foi expulso, ainda que injustamente na opinião de muitos.
Quem viu a pilha de nervos que estava Dunga na metade do segundo tempo daquele sofrido jogo e o comparou com outros técnicos que tiveram situações difíceis também , deve ter percebido que sob a mesma situação de pressão (perdendo no meio do segundo tempo), outros técnicos mantiveram a calma.
A partir de agora, quando assistir a um jogo de futebol ou de vôlei de quadra, preste atenção no estilo do técnico. Nessa observação você também perceberá que não há um estilo único que seja comprovadamente mais eficaz ,mas observará também que ao final o que valerá e será lembrado é o resultado.
Ou alguém tem dúvida que o estilo do técnico Bernardinho seria reconhecido como positivo caso não trouxesse consigo vitórias?
Quem sabe se Dunga tivesse sido campeão do mundo, estariam todos elogiando seu jeito de liderar? Você, como líder, lembre-se: no final vale o resultado.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
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