O ano de 2011 trouxe interessantes fatos no que tange a processo de liderança e pode ser considerado um ano de surpreendentes e transformadores acontecimentos, tanto no âmbito mundial , como nacional.
No âmbito internacional. A Primavera Árabe, com sua contundente capacidade de transformação, a derrocada da economia europeia e do euro, antes uma referência de progresso e segurança econômica, o downgrade dos Estados Unidos pela Standard e Poors e a incessantes escalada da China , como locomotiva econômica mundial foram alguns dos elementos de grande destaque no que tange à liderança conjuntural.
Na esteira desse processo, a crescente importância do Brasil no cenário mundial e o momento histórico vivido pelo país levaram à uma antes inimaginável inversão da lógica econômica mundial, inclusive com inversão de fluxo migratório de mão de obra.
No Brasil, a afirmação do modelo Dilma de liderança, com ênfase na gestão e numa providencial discrição, foi uma agradável surpresa inclusive, ou principalmente, para os que não votaram nela. (incluindo eu)
No campo empresarial, Eike Batista segue imbatível como referência empreendedora, enquanto no campo das políticas publicas, José Beltrame deu um show para o Brasil e o mundo. Não será surpresa se seu nome for cogitado para o prêmio Nobel.
2011 viu a presença feminina consolidando-se nas posições de liderança no Brasil, principalmente no governo federal, onde vários cargos políticos estratégicos estão em nãos femininas.
Analistas creem que 2011 será um ano que deixará marcas devido às transformações nele ocorridas, o que parece estar se materializando, na medida em que o primeiro mês de 2012 já nos trouxe o downgrade de vários ex-intocáveis na Europa, como França e Áustria. O lastimável naufrágio na costa italiana trouxe valiosas lições do peso que um líder inapto, ou covarde, pode ter frente a seus comandados numa situação de emergência.
Que venha o novo ano. Felizmente estamos do lado bom da história dessa vez e assistimos de camarote o desenrolar dos acontecimentos, enquanto vivenciamos um crescimento econômico histórico.
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sábado, 21 de janeiro de 2012
terça-feira, 30 de março de 2010
O que o caminho de Obama nos ensina
As lições trazidas pelas atitudes de Obama são um veradeiro elixir para aquelea que acreditam num modelo participativo de gestão.
A forma como age preocupado com as pessoas,seja na defesa da reforma da saúde, seja ao deixar claro que Cuba só seguirá isolada se quiser.
A forma tranquila e livre de ego com que não se importa em se curvar e reverenciar o imperador japonês, para surpresa do próprio.
Ao mesmo tempo, a firmeza de atitudes e a continuidade de seu propósito de ação nos remete aos desafios que um gestor vive.
Ao mostrar para o mundo que é possivel se governar uma nação com um estilo aberto,franco, amigável porém assertivo, Obama deixa um recado para todos.
Se ele pode, como posso seguir seu exemplo dentro de meu "microcosmo gerencial"?
Ou seja, dentro do grupo de pessoas que comando e influencio.Como substituir o discurso da arrogância e prepotência pelo discurso da participatividade e do direito à opinião?
Como fazer com que a mediação e negociação vençam sobre o conflito e a intolerância?
A exemplo do que acontece com Obama, as boas intenções não agradarão a todos, que o digam os republicanos, mas vale a pena.
A forma como age preocupado com as pessoas,seja na defesa da reforma da saúde, seja ao deixar claro que Cuba só seguirá isolada se quiser.
A forma tranquila e livre de ego com que não se importa em se curvar e reverenciar o imperador japonês, para surpresa do próprio.
Ao mesmo tempo, a firmeza de atitudes e a continuidade de seu propósito de ação nos remete aos desafios que um gestor vive.
Ao mostrar para o mundo que é possivel se governar uma nação com um estilo aberto,franco, amigável porém assertivo, Obama deixa um recado para todos.
Se ele pode, como posso seguir seu exemplo dentro de meu "microcosmo gerencial"?
Ou seja, dentro do grupo de pessoas que comando e influencio.Como substituir o discurso da arrogância e prepotência pelo discurso da participatividade e do direito à opinião?
Como fazer com que a mediação e negociação vençam sobre o conflito e a intolerância?
A exemplo do que acontece com Obama, as boas intenções não agradarão a todos, que o digam os republicanos, mas vale a pena.
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