Temos motivos de sobra para crer que essas eleições presidenciais de 2010 serão um marco histórico para nosso país, veja porque:
1) as pesquisas eleitorais se mostraram totalmente erradas na previsão de resultados de primeiro turno o que as colocou numa situação de descrédito sem precedentes.
2) pela primeira vez, em nossa história moderna brasileira, uma empresa privada da imprensa assume publicamente sua preferência por um candidato especifico em detrimento a outro candidato. Foi o caso da Folha de São Paulo que, em editorial, se posicionou contra Dilma e a favor de Serra.
3)Os ambientalistas do PV perderam a oportunidade histórica de se posicionar claramente à população e optaram por ficar em cima do muro, numa atitude que nos lembra bastante a estratégia do PMDB em outras eleições.
4)A religião entrou definitivamente na questão de ordem dos politicos e os evangélicos deram demonstração de força inequivoca ao se transfromarem em fiel da balança.
5)Nunca antes na história desse país um presidente tinha se engajado tão descaradamente na missão de eleger seu sucessor.
6)Artistas que foram históricamente a favor da liberdade e contrários à ditadura fecham os olhos aos escândalos de corrupção e fazem manifesto de apoio à candidata do governo atual. Quem diria há 20 anos atrás que Chico Buarque apoiaria publicamente um governo tão atolado em escândalos como o atual? O que o interesse econômico-financeiro não faz...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sobre o papel da internet na destruição do valor de candidatos e produtos
O resultado do primeiro turno da eleição presidencial foi marcado pelo impacto das correntes anônimas que circularam na internet e que teriam contribuído para a derrocada das pretensões da candidata governista em vencer no primeiro turno.
Eu recebi várias dessas correntes e fiquei surpreso com o conteúdo virulento desses materiais. Porém mais surpreendente ainda é que não tenha havido a contrapartida dessa ferramenta em direção ao candidato da oposição.
O suposto poder destrutivo e difamatório desse material nos faz pensar o quanto a internet pode gerar de destrutivo para a imagem das empresas.Imagine que amanhã alguém decida criar uma corrente difamando produtos, empresas, pessoas, etc.
Não que nunca tenha havido esse tipo de corrente,mas nessa eleição é a primeira vez que se contabiliza perda de votos devido a esse tipo de material.Será que um dia contabilizaremos perda de vendas, por exemplo?
Talvez estejamos assistindo apenas ao despertar de um incontrolável fenômeno de mídia politica e social que já tinha dado ares de sua graça na campanha presidencial americana e que agora aterrisou com força no solo tupiniquim.
Os marqueteiros devem estar torcendo para essa ferramenta não mudar de alvo e passar a atacar produtos e empresas....
Eu recebi várias dessas correntes e fiquei surpreso com o conteúdo virulento desses materiais. Porém mais surpreendente ainda é que não tenha havido a contrapartida dessa ferramenta em direção ao candidato da oposição.
O suposto poder destrutivo e difamatório desse material nos faz pensar o quanto a internet pode gerar de destrutivo para a imagem das empresas.Imagine que amanhã alguém decida criar uma corrente difamando produtos, empresas, pessoas, etc.
Não que nunca tenha havido esse tipo de corrente,mas nessa eleição é a primeira vez que se contabiliza perda de votos devido a esse tipo de material.Será que um dia contabilizaremos perda de vendas, por exemplo?
Talvez estejamos assistindo apenas ao despertar de um incontrolável fenômeno de mídia politica e social que já tinha dado ares de sua graça na campanha presidencial americana e que agora aterrisou com força no solo tupiniquim.
Os marqueteiros devem estar torcendo para essa ferramenta não mudar de alvo e passar a atacar produtos e empresas....
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Sobre algumas melhorias visíveis no atendimento no Metrô carioca
Como muitos cidadãos, sou frequentador do metrô carioca o qual tem passado por mudanças interessantes nos últimos 6 meses.
O metrô do Rio vivenciava um asfixiante gargalo de atendimento por não ter se ajustado à crecente demanda que passou a receber nos ultimos 5 anos.
Carros superlotados, uma estação de transferência (Estácio) que obrigava centenas de milhares de pessoas a descer ou subir escadas, além de uma ausência de cultura de atendimento eram apenas alguns dos sintomas mais visíveis.
Recentemente, o Metrô otimizou o fluxo de trens de modo a eliminar a onerosa transferência que havia na estação Estácio, a qual obrigava a todos a uma penosa caminhada.A transferência principal se agora numa estação que não exige subir em escadas e também está distribuida por tantas outras, diminuindo o tumulto que antes se observava nos horários de pico.
Além disso, criou 2 linhas independentes, de modo a separar as populaçòes por destino o que diminuiu pressão de lotação nos carros.
Outras mudanças que foram relevantes: criaçào de fila única no caixa e colocação de uma "örientador de fila" que faz o papel de orientar os passageiros nos caixas nos horários de pico. E finalmente,recentemente presenciei o serviço de café gratuito oferecido numa estaçào final.
Pode-se dizer que não é o bastante ainda, mas é sempre bom ver que uma empresa de transportes está se movimentando para melhorar seu atendimento.
Que sirva de exemplo para outras empresas.
PS: falta ter banheiro nas estações.Uma antiga reclamação dos usuários e que só é realidade numa minoria de estações.
O metrô do Rio vivenciava um asfixiante gargalo de atendimento por não ter se ajustado à crecente demanda que passou a receber nos ultimos 5 anos.
Carros superlotados, uma estação de transferência (Estácio) que obrigava centenas de milhares de pessoas a descer ou subir escadas, além de uma ausência de cultura de atendimento eram apenas alguns dos sintomas mais visíveis.
Recentemente, o Metrô otimizou o fluxo de trens de modo a eliminar a onerosa transferência que havia na estação Estácio, a qual obrigava a todos a uma penosa caminhada.A transferência principal se agora numa estação que não exige subir em escadas e também está distribuida por tantas outras, diminuindo o tumulto que antes se observava nos horários de pico.
Além disso, criou 2 linhas independentes, de modo a separar as populaçòes por destino o que diminuiu pressão de lotação nos carros.
Outras mudanças que foram relevantes: criaçào de fila única no caixa e colocação de uma "örientador de fila" que faz o papel de orientar os passageiros nos caixas nos horários de pico. E finalmente,recentemente presenciei o serviço de café gratuito oferecido numa estaçào final.
Pode-se dizer que não é o bastante ainda, mas é sempre bom ver que uma empresa de transportes está se movimentando para melhorar seu atendimento.
Que sirva de exemplo para outras empresas.
PS: falta ter banheiro nas estações.Uma antiga reclamação dos usuários e que só é realidade numa minoria de estações.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Fidel dá exemplo e se renova ao afirmar: "modelo cubano não funciona mais."
Quando parecia que estaríamos condenados a ver Fidel Castro como um eterno obsoleto, incapaz de reconhecer que modelos e estruturas que não se renovam, acabam caducando; eis que ele nos surpreende.
Em recente e surpreendente entrevista, Fidel reconhece que o modelo cubano já não funciona mais nem mesmo para seu pais e que o Estado tem um papel grande demais na vida econômica da pequena, ensolarada, empobrecida e sofrida ilha.
Considero essa entrevista uma bela demonstração de que um homem é capaz de renovar sua forma de enxergar o mundo e abrir mão de suas vaidades para rever seus conceitos.
Parabéns ao velho Guia cubano que dá assim a "deixa" para que seu irmão inicie verdadeiras reformas que possibilitem aos cubanos uma vida melhor.
Em recente e surpreendente entrevista, Fidel reconhece que o modelo cubano já não funciona mais nem mesmo para seu pais e que o Estado tem um papel grande demais na vida econômica da pequena, ensolarada, empobrecida e sofrida ilha.
Considero essa entrevista uma bela demonstração de que um homem é capaz de renovar sua forma de enxergar o mundo e abrir mão de suas vaidades para rever seus conceitos.
Parabéns ao velho Guia cubano que dá assim a "deixa" para que seu irmão inicie verdadeiras reformas que possibilitem aos cubanos uma vida melhor.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Mineiros de cobre soterrados e bóia-frias no canavial: um paralelo triste e real
A situação dos mineiros presos a centenas de metros abaixo da terra no Chile nos remeteu a um triste paralelo que ocorre no Brasil.
Antes que você, caro leitor, estranhe minha observação, deixe-me colocá-lo a par dos fatos.A empresa mineradora de cobre para quem os mineiros trabalham alegou que não tem como continuar pagando o salário dos 33 homens enquanto estiverem presos, obrigando as familias que dependem desse ganha pão a viverem de doações de ONGs.
É isso mesmo, leitor.A bilionária empresa mineradora alega que não tem como pagar o salário de 33 mineradores que estão soterrados e que lá permanecerão por , pelo menos, 3 meses e isso é visto com a maior naturalidade pelos chilenos, a ponto de se mobilizarem dando donativos, ao invés disso gerar um clamor público pedindo maior responsabilidade por parte da mineradora.
Não é preciso ser muito perspicaz para percebermos o absurdo da situação e o óbvio paralelo a que ele nos remete: a degradante situação dos bóias-fria que por décadas (ou séculos) formou a base produtiva da monocultura açucareira e cuja situação pouco mudou com o pró-alcool e com a destacada posição que nosso etanol ganhou no mercado mundial na última década.
Assim como os mineiros soterrados no Chile, nossos bóias frias pouco diferem deles na forma como são (mal) tratados e (des)valorizados.
Curiosamente, tanto no mercado de cobre como no mercado do etanol. os compradores desses produtos estão se lixando para as condições sociais impostas aos trabalhadores dos quais dependem e não fazem a mínima questão de que haja qualquer indicador social que diferencie o cobre, ou o etanol, desta ou daquela empresa que seja mais sócio-responsável.
Enquanto os compradores da cadeia produtiva não se sensibilizarem e criarem demandas sociais aos produtores, a exemplo do que começa a ocorrer com as fazendas de gado que desmatam reservas florestais, tudo permanecerá como dantes na terra de abrantes.
Antes que você, caro leitor, estranhe minha observação, deixe-me colocá-lo a par dos fatos.A empresa mineradora de cobre para quem os mineiros trabalham alegou que não tem como continuar pagando o salário dos 33 homens enquanto estiverem presos, obrigando as familias que dependem desse ganha pão a viverem de doações de ONGs.
É isso mesmo, leitor.A bilionária empresa mineradora alega que não tem como pagar o salário de 33 mineradores que estão soterrados e que lá permanecerão por , pelo menos, 3 meses e isso é visto com a maior naturalidade pelos chilenos, a ponto de se mobilizarem dando donativos, ao invés disso gerar um clamor público pedindo maior responsabilidade por parte da mineradora.
Não é preciso ser muito perspicaz para percebermos o absurdo da situação e o óbvio paralelo a que ele nos remete: a degradante situação dos bóias-fria que por décadas (ou séculos) formou a base produtiva da monocultura açucareira e cuja situação pouco mudou com o pró-alcool e com a destacada posição que nosso etanol ganhou no mercado mundial na última década.
Assim como os mineiros soterrados no Chile, nossos bóias frias pouco diferem deles na forma como são (mal) tratados e (des)valorizados.
Curiosamente, tanto no mercado de cobre como no mercado do etanol. os compradores desses produtos estão se lixando para as condições sociais impostas aos trabalhadores dos quais dependem e não fazem a mínima questão de que haja qualquer indicador social que diferencie o cobre, ou o etanol, desta ou daquela empresa que seja mais sócio-responsável.
Enquanto os compradores da cadeia produtiva não se sensibilizarem e criarem demandas sociais aos produtores, a exemplo do que começa a ocorrer com as fazendas de gado que desmatam reservas florestais, tudo permanecerá como dantes na terra de abrantes.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Sobre como uma abertura de mercado pode causar uma revolução
Um interessante caso está acontecendo na remota e paradisiaca ilha de Fiji, no Pacifico Sul.
Um resort, conhecido por abrigar duas das melhoras localidades para a prática de surf no mundo, mas também conhecido por ser o mais caro surf resort do mundo teve sua licença de exclusividade revogada após mais de uma década
O resort pertencente a americanos e australianos impedia que qualquer barco se aproximasse dessas preciosas onda. Até mesmo os nativos de Fiji eram impedidos de ter acesso à essas ondas, a não ser por um período de 3 horas por semana nas manhãs de sábado.Uma esmola, praticamente.
Há 2 anos atrás, o recém empossado presidente foi ao resort prestigiar a abertura de uma etapa do circuito mundial de surfe a ser realizado naquele local. Ao se deparar com apenas 1 competidor fijiano na competição, o presidente tomou conhecimento do dominio territorial e exclusivista que o resort realizava com os próprios fijianos.
O resort alega que parte do lucro é revertido para as comunidades locais, segundo acordo, como forma de compensar o apartheid desportivo e que esse direito de propriedade sobre os corais obedece uma antiga tradição local, o que de fato é verdade, mas não deveria incluir as ondas.
Diante do óbvio fato de que essa reserva de mercado impedia o crescimento de um próspero mercado de pacotes turisticos que poderiam gerar mais emprego e fomentar a economia, o presidente conseguiu acabar com essa reserva de mercado o que óbviamente gerou aplausos de muitos e descontentamento de poucos.
Num mundo de economias cada vez mais liberais e ávidas em gerar superavits em seus caixas, o caso de Fiji demonstra como uma combinação de necessidade financeira e descontentamento com o apartheid podem servir de estopim para mudanças de porte.
Um resort, conhecido por abrigar duas das melhoras localidades para a prática de surf no mundo, mas também conhecido por ser o mais caro surf resort do mundo teve sua licença de exclusividade revogada após mais de uma década
O resort pertencente a americanos e australianos impedia que qualquer barco se aproximasse dessas preciosas onda. Até mesmo os nativos de Fiji eram impedidos de ter acesso à essas ondas, a não ser por um período de 3 horas por semana nas manhãs de sábado.Uma esmola, praticamente.
Há 2 anos atrás, o recém empossado presidente foi ao resort prestigiar a abertura de uma etapa do circuito mundial de surfe a ser realizado naquele local. Ao se deparar com apenas 1 competidor fijiano na competição, o presidente tomou conhecimento do dominio territorial e exclusivista que o resort realizava com os próprios fijianos.
O resort alega que parte do lucro é revertido para as comunidades locais, segundo acordo, como forma de compensar o apartheid desportivo e que esse direito de propriedade sobre os corais obedece uma antiga tradição local, o que de fato é verdade, mas não deveria incluir as ondas.
Diante do óbvio fato de que essa reserva de mercado impedia o crescimento de um próspero mercado de pacotes turisticos que poderiam gerar mais emprego e fomentar a economia, o presidente conseguiu acabar com essa reserva de mercado o que óbviamente gerou aplausos de muitos e descontentamento de poucos.
Num mundo de economias cada vez mais liberais e ávidas em gerar superavits em seus caixas, o caso de Fiji demonstra como uma combinação de necessidade financeira e descontentamento com o apartheid podem servir de estopim para mudanças de porte.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Observar técnicos de futebol e vôlei pode ser uma ótima idéia para entender estilos de liderança
As diferenças de estilo de liderança ficam muito claras quando assistimos partidas de futebol ou de vôlei. Ao termos câmeras focando a reação dos técnicos diante dos acontecimentos no campo, percebe-se nitidamente a diferença de reação de um para outro.
Aqueles mais extrovertidos, outros mais contidos mesmo na vitória, outros aparentemente descontrolados e assim por diante. Um fenômeno que chamou a atenção de todos observadores da seleção brasileira nessa Copa do Mundo foi a instabilidade emocional que o time demonstrou após o segundo gol da Holanda.
Já nos primeiros jogos ,alguns psicólogos haviam alertado para o risco do estilo nervoso e exaltado de Dunga contaminar a equipe o que parece ter realmente acontecido, pois até o tranqüilo Káká se exaltou e foi expulso, ainda que injustamente na opinião de muitos.
Quem viu a pilha de nervos que estava Dunga na metade do segundo tempo daquele sofrido jogo e o comparou com outros técnicos que tiveram situações difíceis também , deve ter percebido que sob a mesma situação de pressão (perdendo no meio do segundo tempo), outros técnicos mantiveram a calma.
A partir de agora, quando assistir a um jogo de futebol ou de vôlei de quadra, preste atenção no estilo do técnico. Nessa observação você também perceberá que não há um estilo único que seja comprovadamente mais eficaz ,mas observará também que ao final o que valerá e será lembrado é o resultado.
Ou alguém tem dúvida que o estilo do técnico Bernardinho seria reconhecido como positivo caso não trouxesse consigo vitórias?
Quem sabe se Dunga tivesse sido campeão do mundo, estariam todos elogiando seu jeito de liderar? Você, como líder, lembre-se: no final vale o resultado.
Aqueles mais extrovertidos, outros mais contidos mesmo na vitória, outros aparentemente descontrolados e assim por diante. Um fenômeno que chamou a atenção de todos observadores da seleção brasileira nessa Copa do Mundo foi a instabilidade emocional que o time demonstrou após o segundo gol da Holanda.
Já nos primeiros jogos ,alguns psicólogos haviam alertado para o risco do estilo nervoso e exaltado de Dunga contaminar a equipe o que parece ter realmente acontecido, pois até o tranqüilo Káká se exaltou e foi expulso, ainda que injustamente na opinião de muitos.
Quem viu a pilha de nervos que estava Dunga na metade do segundo tempo daquele sofrido jogo e o comparou com outros técnicos que tiveram situações difíceis também , deve ter percebido que sob a mesma situação de pressão (perdendo no meio do segundo tempo), outros técnicos mantiveram a calma.
A partir de agora, quando assistir a um jogo de futebol ou de vôlei de quadra, preste atenção no estilo do técnico. Nessa observação você também perceberá que não há um estilo único que seja comprovadamente mais eficaz ,mas observará também que ao final o que valerá e será lembrado é o resultado.
Ou alguém tem dúvida que o estilo do técnico Bernardinho seria reconhecido como positivo caso não trouxesse consigo vitórias?
Quem sabe se Dunga tivesse sido campeão do mundo, estariam todos elogiando seu jeito de liderar? Você, como líder, lembre-se: no final vale o resultado.
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