Quando parecia que estaríamos condenados a ver Fidel Castro como um eterno obsoleto, incapaz de reconhecer que modelos e estruturas que não se renovam, acabam caducando; eis que ele nos surpreende.
Em recente e surpreendente entrevista, Fidel reconhece que o modelo cubano já não funciona mais nem mesmo para seu pais e que o Estado tem um papel grande demais na vida econômica da pequena, ensolarada, empobrecida e sofrida ilha.
Considero essa entrevista uma bela demonstração de que um homem é capaz de renovar sua forma de enxergar o mundo e abrir mão de suas vaidades para rever seus conceitos.
Parabéns ao velho Guia cubano que dá assim a "deixa" para que seu irmão inicie verdadeiras reformas que possibilitem aos cubanos uma vida melhor.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Mineiros de cobre soterrados e bóia-frias no canavial: um paralelo triste e real
A situação dos mineiros presos a centenas de metros abaixo da terra no Chile nos remeteu a um triste paralelo que ocorre no Brasil.
Antes que você, caro leitor, estranhe minha observação, deixe-me colocá-lo a par dos fatos.A empresa mineradora de cobre para quem os mineiros trabalham alegou que não tem como continuar pagando o salário dos 33 homens enquanto estiverem presos, obrigando as familias que dependem desse ganha pão a viverem de doações de ONGs.
É isso mesmo, leitor.A bilionária empresa mineradora alega que não tem como pagar o salário de 33 mineradores que estão soterrados e que lá permanecerão por , pelo menos, 3 meses e isso é visto com a maior naturalidade pelos chilenos, a ponto de se mobilizarem dando donativos, ao invés disso gerar um clamor público pedindo maior responsabilidade por parte da mineradora.
Não é preciso ser muito perspicaz para percebermos o absurdo da situação e o óbvio paralelo a que ele nos remete: a degradante situação dos bóias-fria que por décadas (ou séculos) formou a base produtiva da monocultura açucareira e cuja situação pouco mudou com o pró-alcool e com a destacada posição que nosso etanol ganhou no mercado mundial na última década.
Assim como os mineiros soterrados no Chile, nossos bóias frias pouco diferem deles na forma como são (mal) tratados e (des)valorizados.
Curiosamente, tanto no mercado de cobre como no mercado do etanol. os compradores desses produtos estão se lixando para as condições sociais impostas aos trabalhadores dos quais dependem e não fazem a mínima questão de que haja qualquer indicador social que diferencie o cobre, ou o etanol, desta ou daquela empresa que seja mais sócio-responsável.
Enquanto os compradores da cadeia produtiva não se sensibilizarem e criarem demandas sociais aos produtores, a exemplo do que começa a ocorrer com as fazendas de gado que desmatam reservas florestais, tudo permanecerá como dantes na terra de abrantes.
Antes que você, caro leitor, estranhe minha observação, deixe-me colocá-lo a par dos fatos.A empresa mineradora de cobre para quem os mineiros trabalham alegou que não tem como continuar pagando o salário dos 33 homens enquanto estiverem presos, obrigando as familias que dependem desse ganha pão a viverem de doações de ONGs.
É isso mesmo, leitor.A bilionária empresa mineradora alega que não tem como pagar o salário de 33 mineradores que estão soterrados e que lá permanecerão por , pelo menos, 3 meses e isso é visto com a maior naturalidade pelos chilenos, a ponto de se mobilizarem dando donativos, ao invés disso gerar um clamor público pedindo maior responsabilidade por parte da mineradora.
Não é preciso ser muito perspicaz para percebermos o absurdo da situação e o óbvio paralelo a que ele nos remete: a degradante situação dos bóias-fria que por décadas (ou séculos) formou a base produtiva da monocultura açucareira e cuja situação pouco mudou com o pró-alcool e com a destacada posição que nosso etanol ganhou no mercado mundial na última década.
Assim como os mineiros soterrados no Chile, nossos bóias frias pouco diferem deles na forma como são (mal) tratados e (des)valorizados.
Curiosamente, tanto no mercado de cobre como no mercado do etanol. os compradores desses produtos estão se lixando para as condições sociais impostas aos trabalhadores dos quais dependem e não fazem a mínima questão de que haja qualquer indicador social que diferencie o cobre, ou o etanol, desta ou daquela empresa que seja mais sócio-responsável.
Enquanto os compradores da cadeia produtiva não se sensibilizarem e criarem demandas sociais aos produtores, a exemplo do que começa a ocorrer com as fazendas de gado que desmatam reservas florestais, tudo permanecerá como dantes na terra de abrantes.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Sobre como uma abertura de mercado pode causar uma revolução
Um interessante caso está acontecendo na remota e paradisiaca ilha de Fiji, no Pacifico Sul.
Um resort, conhecido por abrigar duas das melhoras localidades para a prática de surf no mundo, mas também conhecido por ser o mais caro surf resort do mundo teve sua licença de exclusividade revogada após mais de uma década
O resort pertencente a americanos e australianos impedia que qualquer barco se aproximasse dessas preciosas onda. Até mesmo os nativos de Fiji eram impedidos de ter acesso à essas ondas, a não ser por um período de 3 horas por semana nas manhãs de sábado.Uma esmola, praticamente.
Há 2 anos atrás, o recém empossado presidente foi ao resort prestigiar a abertura de uma etapa do circuito mundial de surfe a ser realizado naquele local. Ao se deparar com apenas 1 competidor fijiano na competição, o presidente tomou conhecimento do dominio territorial e exclusivista que o resort realizava com os próprios fijianos.
O resort alega que parte do lucro é revertido para as comunidades locais, segundo acordo, como forma de compensar o apartheid desportivo e que esse direito de propriedade sobre os corais obedece uma antiga tradição local, o que de fato é verdade, mas não deveria incluir as ondas.
Diante do óbvio fato de que essa reserva de mercado impedia o crescimento de um próspero mercado de pacotes turisticos que poderiam gerar mais emprego e fomentar a economia, o presidente conseguiu acabar com essa reserva de mercado o que óbviamente gerou aplausos de muitos e descontentamento de poucos.
Num mundo de economias cada vez mais liberais e ávidas em gerar superavits em seus caixas, o caso de Fiji demonstra como uma combinação de necessidade financeira e descontentamento com o apartheid podem servir de estopim para mudanças de porte.
Um resort, conhecido por abrigar duas das melhoras localidades para a prática de surf no mundo, mas também conhecido por ser o mais caro surf resort do mundo teve sua licença de exclusividade revogada após mais de uma década
O resort pertencente a americanos e australianos impedia que qualquer barco se aproximasse dessas preciosas onda. Até mesmo os nativos de Fiji eram impedidos de ter acesso à essas ondas, a não ser por um período de 3 horas por semana nas manhãs de sábado.Uma esmola, praticamente.
Há 2 anos atrás, o recém empossado presidente foi ao resort prestigiar a abertura de uma etapa do circuito mundial de surfe a ser realizado naquele local. Ao se deparar com apenas 1 competidor fijiano na competição, o presidente tomou conhecimento do dominio territorial e exclusivista que o resort realizava com os próprios fijianos.
O resort alega que parte do lucro é revertido para as comunidades locais, segundo acordo, como forma de compensar o apartheid desportivo e que esse direito de propriedade sobre os corais obedece uma antiga tradição local, o que de fato é verdade, mas não deveria incluir as ondas.
Diante do óbvio fato de que essa reserva de mercado impedia o crescimento de um próspero mercado de pacotes turisticos que poderiam gerar mais emprego e fomentar a economia, o presidente conseguiu acabar com essa reserva de mercado o que óbviamente gerou aplausos de muitos e descontentamento de poucos.
Num mundo de economias cada vez mais liberais e ávidas em gerar superavits em seus caixas, o caso de Fiji demonstra como uma combinação de necessidade financeira e descontentamento com o apartheid podem servir de estopim para mudanças de porte.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Observar técnicos de futebol e vôlei pode ser uma ótima idéia para entender estilos de liderança
As diferenças de estilo de liderança ficam muito claras quando assistimos partidas de futebol ou de vôlei. Ao termos câmeras focando a reação dos técnicos diante dos acontecimentos no campo, percebe-se nitidamente a diferença de reação de um para outro.
Aqueles mais extrovertidos, outros mais contidos mesmo na vitória, outros aparentemente descontrolados e assim por diante. Um fenômeno que chamou a atenção de todos observadores da seleção brasileira nessa Copa do Mundo foi a instabilidade emocional que o time demonstrou após o segundo gol da Holanda.
Já nos primeiros jogos ,alguns psicólogos haviam alertado para o risco do estilo nervoso e exaltado de Dunga contaminar a equipe o que parece ter realmente acontecido, pois até o tranqüilo Káká se exaltou e foi expulso, ainda que injustamente na opinião de muitos.
Quem viu a pilha de nervos que estava Dunga na metade do segundo tempo daquele sofrido jogo e o comparou com outros técnicos que tiveram situações difíceis também , deve ter percebido que sob a mesma situação de pressão (perdendo no meio do segundo tempo), outros técnicos mantiveram a calma.
A partir de agora, quando assistir a um jogo de futebol ou de vôlei de quadra, preste atenção no estilo do técnico. Nessa observação você também perceberá que não há um estilo único que seja comprovadamente mais eficaz ,mas observará também que ao final o que valerá e será lembrado é o resultado.
Ou alguém tem dúvida que o estilo do técnico Bernardinho seria reconhecido como positivo caso não trouxesse consigo vitórias?
Quem sabe se Dunga tivesse sido campeão do mundo, estariam todos elogiando seu jeito de liderar? Você, como líder, lembre-se: no final vale o resultado.
Aqueles mais extrovertidos, outros mais contidos mesmo na vitória, outros aparentemente descontrolados e assim por diante. Um fenômeno que chamou a atenção de todos observadores da seleção brasileira nessa Copa do Mundo foi a instabilidade emocional que o time demonstrou após o segundo gol da Holanda.
Já nos primeiros jogos ,alguns psicólogos haviam alertado para o risco do estilo nervoso e exaltado de Dunga contaminar a equipe o que parece ter realmente acontecido, pois até o tranqüilo Káká se exaltou e foi expulso, ainda que injustamente na opinião de muitos.
Quem viu a pilha de nervos que estava Dunga na metade do segundo tempo daquele sofrido jogo e o comparou com outros técnicos que tiveram situações difíceis também , deve ter percebido que sob a mesma situação de pressão (perdendo no meio do segundo tempo), outros técnicos mantiveram a calma.
A partir de agora, quando assistir a um jogo de futebol ou de vôlei de quadra, preste atenção no estilo do técnico. Nessa observação você também perceberá que não há um estilo único que seja comprovadamente mais eficaz ,mas observará também que ao final o que valerá e será lembrado é o resultado.
Ou alguém tem dúvida que o estilo do técnico Bernardinho seria reconhecido como positivo caso não trouxesse consigo vitórias?
Quem sabe se Dunga tivesse sido campeão do mundo, estariam todos elogiando seu jeito de liderar? Você, como líder, lembre-se: no final vale o resultado.
O que as vaias à uma montagem de ópera nos ensinam
Recentemente assisti à bela montagem de Il Trovador, de Verdi, dirigida por uma jovem e talentosa diretora que trouxe alguns aspectos de ousadia à montagem sem, entretanto, em nenhum momento comprometer a qualidade dessa magnífica ópera.
Ao final da peça qual não foi a surpresa ao ver que um grupo conservador de espectadores se pôs a vaiar o espetáculo!
Além da natural surpresa, percebi também a mensagem por trás daquela atitude: resistência ao novo, à releitura do que se tinha como estabelecido.
Fiquei pensando se aquelas pessoas tinham a mesma atitude em outras áreas de sua vida, se negando a apreciar a beleza do novo e se curvarem diante da inegável evidência de que o mundo se renova e que novas leituras de antigos fatos surgirão e que devemos saber apreciar essas mudanças da mesma forma que aceitamos as mudanças inevitáveis que ocorrem à nossa volta.
Respeitando os tecnicismos que meu plebeu ouvido não consegue diferenciar, imagino o quanto das ácidas criticas que os puristas fizeram não eram apenas o incômodo diante do novo.
Ao final da peça qual não foi a surpresa ao ver que um grupo conservador de espectadores se pôs a vaiar o espetáculo!
Além da natural surpresa, percebi também a mensagem por trás daquela atitude: resistência ao novo, à releitura do que se tinha como estabelecido.
Fiquei pensando se aquelas pessoas tinham a mesma atitude em outras áreas de sua vida, se negando a apreciar a beleza do novo e se curvarem diante da inegável evidência de que o mundo se renova e que novas leituras de antigos fatos surgirão e que devemos saber apreciar essas mudanças da mesma forma que aceitamos as mudanças inevitáveis que ocorrem à nossa volta.
Respeitando os tecnicismos que meu plebeu ouvido não consegue diferenciar, imagino o quanto das ácidas criticas que os puristas fizeram não eram apenas o incômodo diante do novo.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Por que algumas empresas continuam ignorando as necessidades do cliente maduro
É impressionante como os profissionais de marketing e desenvolvimento de produtos cometem equivocos ao criarem rótulos de embalagem que não levam em consideração as necessidades do publico maduro.
Costumo fazer compras levando em consideração fatores tais como: se o produto tem açucar ou não, se tem pouco ou muito sódio, se tem gordura trans, etc
Evidentemente, não fazia isso quando ia ao mercado com 15 anos de idade. Porém chega uma hora em que um consumidor um pouco mais esclarecido já passa a se preocupar com esses fatores.
É aqui que você começa a entrar na fase de querer ler os rótulos dos produtos e é quando você descobre atrocidades em termos de oportunidades de marketing perdidas.
Se eu pudesse dar umas dicas para alguns fabricantes e se eles me dessem ouvidos, eu diria de forma bem clara:
1)pessoas maduras tendem a enxergar menos para perto e a necessitar de óculos
2)poucas pessoas consegue ler algo escrito em fonte tamanho 5, talvez um jovem de 8 anos sim, mas não um adulto de 50
3)e se isso que você escreveu na sua embalagem em fonte tamanho 5 pode ser uma vantagem competitiva a seu favor na hora de decisão de seu cliente, você estará jogando uma oportunidade fora!!
3)se o seu produto não tem gordura trans, coloque isso bem visivel DE PREFERÊNCIA EM CAIXA ALTA E FONTE 12, pois assim um cliente que prioriza saúde e qualidade do alimento, ao invés de preço, pode optar por seu produto.
4)se você escreve no rótulo de seu produto, num lugar bem visivel que ele não tem açucar, mas escreve isso em fonte 5...SEU CLIENTE EM POTENCIAL NÃO CONSEGUE LER!!
5)e se seu concorrente direto tem um produto igual ao seu, mas escreve em fonte 12 ou 15 que o produto dele NÃO TEM AÇUCAR, qual PRODUTO você acha que o cliente vai acabar escolhendo?
6)e finalmente a ultima dica: clientes não gostam de ter trabalho. Tenderão a escolher o produto que facilitou sua decisão de escolha. Portanto, certifique-se de que os atributos vendedores de seu produto estão escritos de forma bem legível, logo na frente da embalagem.
Aproveito para parabenizar todos fabricantes que, de maneira inteligente, sabem destacar nas suas embalagens a ausência de açucar ou de gordura trans, ou baixo teor de sódio do produto e assim por diante.
Mostram que estão antenados, não só com as demandas de mercado, mas também com as peculiaridades e necessidades fisicas do publico maduro.
Costumo fazer compras levando em consideração fatores tais como: se o produto tem açucar ou não, se tem pouco ou muito sódio, se tem gordura trans, etc
Evidentemente, não fazia isso quando ia ao mercado com 15 anos de idade. Porém chega uma hora em que um consumidor um pouco mais esclarecido já passa a se preocupar com esses fatores.
É aqui que você começa a entrar na fase de querer ler os rótulos dos produtos e é quando você descobre atrocidades em termos de oportunidades de marketing perdidas.
Se eu pudesse dar umas dicas para alguns fabricantes e se eles me dessem ouvidos, eu diria de forma bem clara:
1)pessoas maduras tendem a enxergar menos para perto e a necessitar de óculos
2)poucas pessoas consegue ler algo escrito em fonte tamanho 5, talvez um jovem de 8 anos sim, mas não um adulto de 50
3)e se isso que você escreveu na sua embalagem em fonte tamanho 5 pode ser uma vantagem competitiva a seu favor na hora de decisão de seu cliente, você estará jogando uma oportunidade fora!!
3)se o seu produto não tem gordura trans, coloque isso bem visivel DE PREFERÊNCIA EM CAIXA ALTA E FONTE 12, pois assim um cliente que prioriza saúde e qualidade do alimento, ao invés de preço, pode optar por seu produto.
4)se você escreve no rótulo de seu produto, num lugar bem visivel que ele não tem açucar, mas escreve isso em fonte 5...SEU CLIENTE EM POTENCIAL NÃO CONSEGUE LER!!
5)e se seu concorrente direto tem um produto igual ao seu, mas escreve em fonte 12 ou 15 que o produto dele NÃO TEM AÇUCAR, qual PRODUTO você acha que o cliente vai acabar escolhendo?
6)e finalmente a ultima dica: clientes não gostam de ter trabalho. Tenderão a escolher o produto que facilitou sua decisão de escolha. Portanto, certifique-se de que os atributos vendedores de seu produto estão escritos de forma bem legível, logo na frente da embalagem.
Aproveito para parabenizar todos fabricantes que, de maneira inteligente, sabem destacar nas suas embalagens a ausência de açucar ou de gordura trans, ou baixo teor de sódio do produto e assim por diante.
Mostram que estão antenados, não só com as demandas de mercado, mas também com as peculiaridades e necessidades fisicas do publico maduro.
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sábado, 15 de maio de 2010
Sobre a experiência de ensinar técnicas de vendas e atendimento BTOB para comércio exterior
Recentemente realizei um treinamento de vendas para uma equipe de técnicos de uma importante entidade federativa na área de comércio exterior.
Reunia profissionais de todo pais e foi uma oportunidade enriquecedora de ver o quanto os fundamentos de atendimento e vendas podem ser aplicados em qualquer mercado e, em particular, no comércio exterior.
Como consultor e instrutor, já tive a oportunidade de trabalhar com diferentes mercados.Desde hopitais a clinicas de estética, passando por corretoras de seguro, supermercados, industrias,distribuidoras, etc.
Cada um traz sua riqueza e diversidade, mas trabalhar um mercado em que os fatores de mudança estão em pleno vigor foi muito interessante.Fala-se sempre em mudanças de paradigmas porém a velocidade de mudança é bem diferente de setor para setor.
Ter a oportunidade de ter uma turma de profissionais que estão vivendo plenamente o desafio de mudar para se adaptar às novas demandas de mercado é bastante enriquecedor.
Perceber que, como instrutor, você está trazendo novos insights, novas maneiras de enxergar a forma de se relacionar com os clientes traz a satisfação do dever cumprido e te faz se sentir um agente positivo da mudança.
Construir conhecimento aplicável e transformador de realidades é, com certeza, uma das grandes motivações de um treinador de equipes.
Reunia profissionais de todo pais e foi uma oportunidade enriquecedora de ver o quanto os fundamentos de atendimento e vendas podem ser aplicados em qualquer mercado e, em particular, no comércio exterior.
Como consultor e instrutor, já tive a oportunidade de trabalhar com diferentes mercados.Desde hopitais a clinicas de estética, passando por corretoras de seguro, supermercados, industrias,distribuidoras, etc.
Cada um traz sua riqueza e diversidade, mas trabalhar um mercado em que os fatores de mudança estão em pleno vigor foi muito interessante.Fala-se sempre em mudanças de paradigmas porém a velocidade de mudança é bem diferente de setor para setor.
Ter a oportunidade de ter uma turma de profissionais que estão vivendo plenamente o desafio de mudar para se adaptar às novas demandas de mercado é bastante enriquecedor.
Perceber que, como instrutor, você está trazendo novos insights, novas maneiras de enxergar a forma de se relacionar com os clientes traz a satisfação do dever cumprido e te faz se sentir um agente positivo da mudança.
Construir conhecimento aplicável e transformador de realidades é, com certeza, uma das grandes motivações de um treinador de equipes.
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